
Tudo o que você precisa saber sobre controle de estoque!
Segundo Nigel Slack, professor de Administração e Estratégia de Produção na Warwick Business School (Inglaterra), o estoque é, literalmente, o acúmulo de recursos materiais em um sistema de transformação. Além disto, muitas vezes também é usado para descrever qualquer recurso armazenado.
Porém, para manter o bom funcionamento de uma empresa, não basta apenas acumular a matéria-prima ou produtos ao acaso: é preciso analisar uma série de fatores antes de realizar investimentos de recursos.
Qual é a demanda para cada produto? Qual é a rotatividade daquele material armazenado? Quanto é o investimento necessário para cada item? Essas e outras questões devem ser amplamente debatidas de acordo com cada empresa, a fim de garantir a melhor aplicação dos ativos de forma eficiente e objetiva.
Deixar de realizar o controle do estoque pode trazer diversas consequências negativas para a organização, especialmente no caso dos micros e pequenos empreendedores, que muitas vezes precisam lidar com a recursos e estoque reduzidos.
Perda de produtos perecíveis, não efetuar vendas por escassez, queda dos preços por excesso, capital estagnado, maior influência do mercado de matéria-prima: essas são apenas algumas das consequências de um controle inadequado.
Imagem: Freepik
Como fazer o controle de estoque?
Para garantir a eficiência de uma operação logística, o controle de estoque deve ser feito com organização, eficiência, economia e estratégia. O objetivo de organizar melhor a operação é proporcionar a máxima fluidez dos produtos vendidos, sem exceder a quantidade ou apresentar escassez, estabelecendo o volume ideal armazenado.
O volume ideal do estoque pode ser estabelecido conforme a demanda e obtido por meio do que chamamos de ‘curva ABC’, que está diretamente relacionada ao faturamento dos produtos e divide os itens em três grupos de maior e menor importância.
Entenda a Curva ABC
Mas o que exatamente a curva ABC representa? É ela que mostra quais produtos devem ser adquiridos com maior e menor frequência, quais devem ter controle mais rígido de estoque, qual a disposição dos produtos, quais os produtos são mais vendidos e a relação entre volume de venda e faturamento. Entenda as diferenças de cada classe:
Os itens de classe A são aqueles de maior importância, valor ou quantidade e representam 20% dos itens totais, respondendo a 80% do faturamento, com armazenamento ideal de 65% do estoque;
A classe B representa média importância e 30% dos itens, respondendo por 30% do faturamento, com armazenamento de 25% do estoque;
Já a última delas, intitulada como classe C, possui baixa importância. Os itens aqui representam 50% do estoque e apresentam baixo faturamento, com armazenamento de 5%.
Esses dados de produtos podem ser obtidos com muito mais facilidade por meio de relatórios simplificados, gerados pelos softwares ERP. Por isso, muitas vezes, é mais interessante para o gestor investir em automação, em vez de perder tempo calculando dados complexos.
Os módulos de estoque de sistemas ERP são altamente intuitivos e proporcionam maior organização. O empreendedor faz o cadastro dos produtos e o sistema armazena informações sobre questões fiscais, preços, volume de vendas e permite um rigoroso controle do estoque da empresa.
Quais são as vantagens, afinal?
Para se manter no mercado, as micro e pequenas empresas precisam realizar o controle de estoque com extrema eficiência. Para o micro ou pequeno empreendedor, um sistema de gestão pode ser valioso na automatização do controle de estoque. Confira algumas das vantagens abaixo:
Aumento de produtividade;
Diminuição de custos operacionais;
Aumento no poder de decisão;
Otimização e automação dos processos;
Redução de erros;
Integração entre setores;
Previsão de compras;
Análise de custos;
Relatórios de inventários;
Informação em tempo real.
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